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terça-feira, 24 de abril de 2012

Sem Titulo

Duas vezes naquele lugar no mesmo dia? Era algo estranho. Tinha algo estranho pairando no ar.
Ninguem sabia o que era, nem ele mesmo. Mas tiha uma certeza na cabeça, algo lhe fazia falta, aliás, algo não, TUDO lhe fazia falta. Os amigos que juraram ser eternos e melhores amigos sumiram, mas não desapareceram so por si só, se ausentaram por atos que ele julgava ser imperdoaveis. Mas tambem tinha sua parcela de culpa, quem some, quer que sintam sua falta, ainda mais aqueles a quem dedicou sua amizade. Mas não foi bem isso que ocorreu. E se sente mal por causa disso, não sabe o que fazer, e nao sabe onde procurar novos horizontes.
Outra coisa que lhe fazia falta era ela, não fazia sentimentalmente, mas ela, sua presença fazia falta. Ele sabia que enquanto tivesse ela por perto, saberia que sempre ia ter alguem por perto em que pudesse confiar e contar, e acreditava que ela tambem sentia isso por ele. Mas isso, não é pra agora, ja que ele morreu !
Um alguem pra compartilhar um sentimento era outra coisa com qual sentia ausencia, ja que era extremamente dependente disso. Ora bolas, que não é dependente de alguem em especial nesse mundo ?!?!? Ele era mais do que o normal, e precisa ter essa "troca" todo dia, toda hora. Mas não tinha com quem "trocar". Estava cansado de procurar, caçar , se divertir, curtir e no final, como um cilchê, o vazio lhe bater na porta, como sempre.
Sente falta dos momentos em familia com qual nunca mais se reuniu, faz tanta questao de familia reunida, casa cheia, mas é dificil estar presente, e quando esta presente, quase nunca é notado, aliás, é assim em qualquer lugar. Parece que se tornou um invisivel, se sente assim. Se lembra que o que sempre quis ser era invisivel, fazer e acontecer e ninguem lhe ver, nem lhe notar. Infelizmente nesse mesmo momento, se lembra que sua mãe sempre lhe dizia, "cuidado com o que voce pede, o universo realiza, mas voce nem sempre vai aguentar o que pediu." e é nesse mesmo momento, que se arrepende de querer tal besteira. Aliás, quando se depara com esses momentos é impossivel não lembrar do quanto queria ter barba na sua infancia, e hoje,(risos incontrolaveis) se irrita por ter que raspar a cara a cada 2 dias (mais risos incontrolaveis).
Toda vez que resolve falar sobre algo que lhe pertube, após falar e se sentir mais leve, apesar de nao solucionar os problemas, ele costuma fingir que nada aconteceu,  e resolve esquecer tudo aquilo que disse, resolve aliás, esquecer que disse aquilo. Se aproveita do fato de que conversa sozinho, aí fica mais fácil de fingir que nada aconteceu. É só olhar pro lado fingir que nada aconteceu e que não é doido, e seguir andando em frente procurando ver qual o proximo conflito, e qual a proxima conversa com seu Eu ouvinte(risos).

Sem Titulo

Com aquelas mãos tremulas, ele ainda duvidava do que era capaz com tamanha raiva que estava sentindo.
Não, logo eles, podia ser com qualquer outro, mas não, tinha que ser com eles. Já esperava aquilo, afinal ele sempre pronunciou que nunca perdia "uma", e ela? Bem, ela já tinha o matado em outros tempos, e agora nada mais lhe impedia.
Mas aquela dúvida, era o que matava, aliás, tanto a dúvida, como a provável certeza lhe matava. Preferia não acreditar no que os olhos insistiam em ver e procurar, sabia que se procurasse ia achar, mas mesmo assim procurava, procurava como se por um lapso, o medo sumisse e a vontade de descobertas fosse maior que tudo, maior até do que sua vontade de cometer certo delitos.
Óh droga, o medo voltou, voltou logo quando pensou em falar com ele e tentar sondar para ver se aquilo era realidade ou se só passava de um fruto de sua mente insegura.
Preferiu ficar com a dúvida, mais uma vez. Mas até quando?

sexta-feira, 13 de abril de 2012

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"Aquela sexta-feira 13 tinha algo de estranho, não era o seu efeito psicológico que todos sentem quando olham no calendário ou quando acordam já imaginando em algo dando errado naquele dia.
Não, o que lhe parecia estranho era o fato de estar pensando em algo em demasia. Não era nada ruim, o que de ruim lhe passava na mente maltratava-o muito, mas ninguém consegue só prestar atenção no ruim, e, aos poucos era substituído por aquela memória, aquele acontecimento.
Como alguém pode ficar assim desse jeito?
Ah, e la estava, daquele jeito, que a muito não se via, e gostava da forma que estava, se sentia bem."

quinta-feira, 12 de abril de 2012

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"medo |ê| 
(latim metus, -us

s. m.

1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários. = FOBIA, PAVOR, TERROR

2. Ausência de coragem (ex.: medo de atravessar a ponte). = RECEIO, TEMOR ≠DESTEMOR, INTREPIDEZ
3. Preocupação com determinado facto ou com determinada possibilidade (ex.:tenho medo de me atrasar). = APREENSÃO, RECEIO"


"e foi o medo que fez agir dessa forma.Preocupado demais com o que iam pensar ou deixar de pensar, com medo do que ocorreria em ser o que é e como gosta de ser. Foi assim que morreu, foi assim que aconteceu :(
E o arrependimento? E a culpa? E a raiva de si mesmo? "


terça-feira, 3 de abril de 2012

Sem Titulo

"argh, ja chegava hora

Era preciso decidir... Já é, ou já era?.
Não adiantava se empolgar e a menor observação, se melindrar.
Como tinha percebido, era preciso decidir... "

Ja é, ou Já era?