Com aquelas mãos tremulas, ele ainda duvidava do que era capaz com tamanha raiva que estava sentindo.
Não, logo eles, podia ser com qualquer outro, mas não, tinha que ser com eles. Já esperava aquilo, afinal ele sempre pronunciou que nunca perdia "uma", e ela? Bem, ela já tinha o matado em outros tempos, e agora nada mais lhe impedia.
Mas aquela dúvida, era o que matava, aliás, tanto a dúvida, como a provável certeza lhe matava. Preferia não acreditar no que os olhos insistiam em ver e procurar, sabia que se procurasse ia achar, mas mesmo assim procurava, procurava como se por um lapso, o medo sumisse e a vontade de descobertas fosse maior que tudo, maior até do que sua vontade de cometer certo delitos.
Óh droga, o medo voltou, voltou logo quando pensou em falar com ele e tentar sondar para ver se aquilo era realidade ou se só passava de um fruto de sua mente insegura.
Preferiu ficar com a dúvida, mais uma vez. Mas até quando?
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